Quem és Tu, ó Sopro Antigo?
Mãe que a Vida para nós entrega!
Útero Premiado que fez da Natureza um Templo Sagrado!
Inominada Existência, quando penso em ti até as lágrimas gozam em festividades!
Onde foste, ó Morte?
Na Dança do Universo o Fim beija o Paraíso: sou pó, terra, água, fogo e vento.
Eu sou estrela que vive no firmamento!
No Cristo eu sou Corpo e na Vida eu sou Cosmos!
Beija-me Deusa e meu viver tocará Deus!
Venha além das formas e figuras, sem nenhum Nome, longe dos livros e templos!
Venha somente no sussurro com a lenta respiração que fez do Universo uma doce Oração!